terça-feira, 8 de junho de 2010

Um dia no Hopi Hari






Por incrível que pareça, nunca tinha ido ao Hopi Hari. Faz muito tempo que ele já existe, mas sempre acontecia algo quando pensávamos em ir. Mas neste último domingo (06/06) deu certo.


O parque é bonito, mas acreditava que fosse maior. Não que seja pequeno, mas as atrações que ele tem não são muitas. Pensava que fossem mais.


Um grande problema dos parques de diversão: as longas e eternas filas. Se você não tem paciência, nem vá. È fila para todo lado. Se não enfrenta-las, não irá aproveitar brinquedo nenhum.


Como fui num dia meio frio, o parque não estava cheio, e teve brinquedo que nem enfrentei fila, como no Giralata . Mas me disseram que em dias quentes e quando o parque está mais cheio, as filas são de amargar. Para ter uma ideia, a fila mais longa que enfrentei foi a da Montezum, a montanha russa do Hopi Hari. Nessa aí fiquei cerca de duas horas, já no começo da noite, batendo o queixo de frio, pois tinha me molhado toda no Rio Bravo.


E por falar em Rio Bravo, a atração é bem legal, mas não vá ao cair da tarde, como fiz. O brinquedo molha mesmo, não tanto como o Splesh, onde nem fui, pois vi as pessoas saírem de lá muiiiito molhadas. Passei um frio danado até a hora de ir embora. Como era noite de Hopinight, o parque fechava às 21h.


Outra coisa complicada lá é a refeição. Em geral, você encontrará o tradicional hamburger com fritas, apesar de ter lojas com massas e carnes. O problema deles? O preço. Foram quase R$ 50,00 em apenas dois lanches, para mim e meu marido, a estilo “número 1” da famosa lanchonete do palhaço. Lanche meia-boca, mas a batata frita...achei deliciosa. Mas se não quer gastar, melhor levar seu lanche de casa mesmo. Nada melhor do que apelar para os salgadinhos e lanchinhos embalados. Mesmo porque se você comer demais, como eu fiz, vai passar mal nos brinquedos.


Sou meio medrosa, admito. Até meu marido se surpreendeu quando eu topei ir para a fila da montanha russa. Não é muito a minha cara querer sofrer em diversão, mas já que estava ali,  topei. Confesso que quase surtei naquelas decidas. Mas sai viva e acabei achando graça da minha coragem de enfrentar o medo. Mas me neguei a ir a qualquer brinquedo que virasse de ponta cabeça. Já estava tonta o suficiente com o que tinha enfrentado, imagina só virar de ponta cabeça!


Voltei pra casa passando mal, mas valeu o dia. Para quem não foi ainda, é legal conhecer. Não é tão diferente do Playcenter, mas vale o passeio.

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