sexta-feira, 13 de novembro de 2009

É o fim do mundo...


Baseado em obras de cinema-catástrofe, e na profecia Maia que diz sobre o final dos tempos no ano de 2012, o diretor, já manjado no tema “fim do mundo”, Roland Emmerich (Independence Day e O Dia Depois de Amanhã), dirige agora 2012 (2012), que estreia nos hoje nos cinemas (13/11).


O filme, que traz no elenco John Cusack, Chiwetel Ejiofor, Danny Glover, Thandie Newton e Amanda Peet, fala sobre o aquecimento do núcleo do planeta, que acaba deslocando camadas e causando grandes catástrofes naturais.

Uma mistura de ação, ficção científica e drama, o desespero com a sensação do fim de tudo é o chamariz do filme. O escritor e motorista particular, Jackson Curtis (John Cusack), ao ficar sabendo dos acontecimentos previstos, tenta salvar seus filhos e ex-mulher. Enquanto isso, o cientista Adrian Helmsley (Chiwetel Ejiofor), que já sabia desde 2009 sobre as futuras catástrofes, tenta convencer o presidente dos Estados Unidos (Danny Glover) ajudar a salvar o mundo.

As cenas de destruição são fortes, porém estão cheias do velho exagero hollywoodiano. É aquela coisa bem manjada que você já sabe quem vai sobreviver e quem vai morrer. Apesar de bem feitas, achei que o filme ainda ficou devendo. O excesso de exagero nas possibilidades encontradas por Jackson Curtis para sobreviver fazem desacreditarmos no resto.

Em certos momentos, achei estar assistindo uma mistura de Arca de Noé com Titanic. Aliás, é bem Titanic mesmo. Cenas agonizantes. Se a teoria Maia é verdadeira ou o filme foi fiel a ela, só o tempo para dizer, mas que dá um certo pavor quando o vemos, isso dá.

Tem tudo para uma grande bilheteria nesse final de ano, mas como disse, ainda esperava mais do filme. Porém, se você é daqueles que se impressiona fácil com cenas de cinema, com certeza se impressionará muito com 2012.


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