domingo, 7 de agosto de 2011

Crítica: Os Smurfs

Fiel ao desenho dos anos 80, Os Smurfs deverá conquistar crianças da nova geração

Seres azuis, com o tamanho de três maçãs, queridos pelas crianças e jovens que fizeram parte da geração anos 80, voltam agora nas telas de cinema para uma divertida aventura. O filme Os Smurfs (The Smurfs) vem em uma mistura de personagens reais e animação computadorizada.

Logo no começo do filme, para os que ainda não os conhecem, o Smurf Narrador começa apresentando a pequena vila e os anãozinhos azuis. Papai Smurf é o líder e pai dos habitantes dali, onde apenas uma fêmea residente, Smurfete, ganha um carinho dobrado de todos. Após mais uma bagunça feita pelo Smurf Desastrado, eles irão atravessar um portal que os levará até um outro mundo, neste caso, Nova York.

No Central Park, os Smurfs entram em uma caixa e são levados para a casa do casal Patrick (Neil Patrick Harris) e Grace (Jayma Mays), que os adotam até que consigam voltar pra casa. Mas para conseguir isso, devem encontrar a lua azul e fugir das garras de Gargamel (Hank Azaria) e seu gato Cruel, que querem os capturar para conseguir o elixir azul dos pequenos.

O filme é muito fiel ao desenho original, o que já deixa os fãs felizes. O Smurf que mais se destaca é Desastrado, que todo atrapalhado sempre leva os outros para uma encrenca.  A parte engraçada fica por conta de Gargamel e Cruel. O gato aqui é feito em animação, mas ficou muito perfeito e funcionou bem no personagem, deixando de ter aspecto de malvado para ser mais engraçado e atrapalhado. Destaque para a hora em que vomita bolas de pelo.

O que achei meio perdido foi mesmo a participação do casal. A mulher parece a própria Emma do seriado musical Glee, personagem da atriz (vejam e comparem). O marido é meio lunático. Há uma cena em que está jogando o famoso jogo da guitarra e parece mais um retardado na maneira de agir. Meio dispensável. 

O filme é muito empolgante pela história dos anãozinhos, mas deixa um pouco a desejar quando os humanos participam (com exceção a Gargamel). Poderia ter sido melhor se a junção fosse mais bem pensada. Mesmo assim, está valendo a pena para os adultos relembra-los e para que as crianças os conheçam. Tenham certeza que sairão do cinema cantando la la la la la la....

3 comentários:

  1. Assisti hoje. 3D totalmente dispensavel. Concordo com a sua critica o que ficou "ruim" e entediante no filme foram o casal, deu vergonha alheia aquela cena do guitar hero rs

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  2. Ô gato feio!rs Achei meio fake, na verdade. Tipo, o Garfield não fica assim. E demorei a perceber o Central Park... tsc tsc tsc Tb gostei de acompanharem o original, quem não viu dá pra entender e os mais velhos matam a saudade. ;)

    Mto legal tb a sacada com o Blue Man. Agora, vi com meu sobrinho de 7 anos e o lance do elixir foi difícil explicar. O casal realmente dispersa a trama. Fica um vácuo ... Infelizmente não vi em 3D, que segundo alguns deu para sentir alguns efeitos.

    Tem continuação para 2013!

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