segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Candidato ao Oscar, “O Discurso do Rei” mostra cotidiano da realeza britânica



            Com doze indicações ao Oscar 2011, incluindo a de “melhor filme”, O Discurso do Rei (The King's Speech) vem ganhando críticos pelo mundo. O longa já é vencedor do 35° Festival Internacional de Cinema de Toronto, ganhou o prêmio britânico Bafta (equivalente ao Oscar) na categoria de melhor filme e mais outras seis indicações, além do Globo de Ouro de melhor ator para Colin Firth.


            E de fato, quem assiste ao filme, não tem como não elogiar a performance de Firth. Ele, que faz o papel de George VI, ao lado de seu terapeuta Lionel Logue (Geoffrey Rush), tomam conta da história.


            George, que é o pai de Elizabeth II, rainha da Inglaterra, é obrigado a assumir o trono no lugar de seu irmão Edward (Guy Pearce), que abdica da coroa. Mas um problema faz com que o novo rei sinta-se extremamente desconfortável em sua posição: ele é gago.


            Com seus problemas emocionais, George desenvolveu uma gagueira que o impedia de discursar durante suas apresentações em público. Motivado por sua esposa Elisabeth (Helena Bonham Carter), procuram especialistas que possam ajudá-lo com seu problema. É aí que conhecem Logue.


            Artista fracassado, o terapeuta Lionel Logue usa de várias técnicas esquisitas para tentar ajudar o rei, que no princípio desiste do tratamento. Aos pouco, vão se tornando íntimos e grandes amigos.


            Apesar de se tratar de um drama, é impossível não rir em determinados momentos do tratamento de George. O filme passa de sério a simpático, e mostra como pano de fundo a realeza britânica e seus problemas diante da Segunda Guerra Mundial.


            Vale a história e vale o Oscar.

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