terça-feira, 7 de junho de 2011

Crítica: X-Men Primeira Classe

 
Novo filme dos X-Men mostra como surgiu a primeira turma de alunos do professor Xavier

Fui assistir X-Men Primeira Classe (X-Men First Class) já desencanada, acreditando que seria uma tremenda mancada. Mas que nada! O filme é muito bom, digno da série que vem contando a história dos mutantes desde o primeiro longa.
Em X-Men Primeira Classe, voltamos à década de 60, em plena Guerra Fria. Charles Xavier (James McAvoy) era um jovem mutante que descobria seus poderes e já visualizava um mundo pacífico entre humanos e mutantes.
Já Erik Lehnsherr (Michael Fassbender) foi uma criança arrancada dos pais em plena época do holocausto. O menino viu sua mãe ser morta pelas mãos do malvado Sebastian Shaw, liberando toda sua ira e poder: o do magnetismo.
Quando jovem, Erik segue sua sede de vingar-se de Sebastian a qualquer custo, até que conhece Charlie. Os dois vão em busca de outros mutantes através do “Cérebro”, uma invenção elaborada pelo Fera (Nicholas Hoult), que ajuda a localizar mutantes onde quer que estejam.
O filme é interessante e mostra personagens que nem tínhamos visto, como Emma Frost (January Jones), e outros ainda em sua infância, como a Tempestade (terá que prestar atenção para vê-la, ela aparece rapidamente ainda com uns seis anos de idade).
Aqui também entenderemos como Charles e Erik se conheceram, de onde surgiu o capacete usado por este último, como a mansão usada como escola para mutantes foi escolhida e como de fato surgiu a “primeira classe” dos X-Men. Entenderemos também o papel de Mística (Jennifer Lawrence) entre Charles e Magneto.
É bom lembrar aos fãs de que Wolverine (Hugh Jackman) não participa do elenco de X-Men Primeira Classe, mas que faz uma aparição memorável de uns dez segundos. Muito bem bolada a participação dele, é impossível não rir e até (por que não?) aplaudir.
O filme é muito bem amarradinho com toda a saga. Um especial destaque à atuação de Michael Fassbender como Erik/Magneto. O cara leva muito bem o seu papel e consegue se destacar durante o longa.
Ao final, veremos como aconteceu a separação entre o Professor X e Magneto, devido seus interesses opostos. Uma ressalva: aqui é contado como Charlie Xavier ficou paralítico, mas se você se lembrar bem do último filme, “X-Men Origens: Wolverine”, verá a falha de continuidade que há no final. Ali vemos um professor Xavier já mais velho, só que andando normalmente. Uma falha lamentável.

3 comentários:

  1. Hum, que ótima dica pro fds!
    Assisti Thor com meu enteado...achei fraquinho...

    Silvinha, quase morri de tanto chorar agarrada no gato...meu marido falava: calma, ele não caiu...E eu respondia em prantos: Mas podia ter caído, buáááá.
    Completamente louca...amanhã o moço da tela vai instalá-las no banheiro!
    bjos
    bjos

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  2. Bem, sempre se pode dizer que O professor Xavier tem a habilidade de
    iludir a mente das pessoas e aparecer mais "normal" para um grupo de garotos a fim de mostrar o caminho.

    No geral eu AMEI O FILME. virei fã do Magneto de agora em diante.

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  3. Adorei esse filme! Bem amarradinho mesmo!

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