sexta-feira, 15 de março de 2013

Crítica: Linha de Ação

 Bom elenco para um filme fraco




Billy Taggart (Marck Wahlberg) é um ex-policial, que perdeu sua função após ser acusado de matar um estuprador. Agora ele é protegido e solicitado pelo prefeito da cidade, Nicholas Hostetler (Russel Crowe), que desconfia que sua esposa (Catherine Zeta-Jones) está o traindo.

Linha de Ação (Broken City) é um filme que aborda a espionagem, nova profissão de Billy, e as falcatruas de uma disputa política envolvendo o atual prefeito e seu opositor.
Apesar do elenco interessante, o filme não é tão interessante assim. Falta um pouco mais de ação, talvez. Zeta-Jones é muito apagada, sendo que sua participação poderia ter um pouco mais de envolvimento.

Quem rouba a cena aqui é Crowe, em seu papel de prefeito. O perfeito calhorda e cínico, um político sem nenhum escrúpulo. Wahlberg me pareceu fraco, apesar de ter um papel importante na película.

Segundo consta, o filme demorou cinco anos para sair da gaveta, já que não possuía financiamento. Mesmo assim, faltou mais agilidade para emplacá-lo.

A história em si é até interessante. Billy precisa descobrir quem é o amante do prefeito, e descobre muito mais coisa do que isso. Agora ele vai atrás de provas para saber qual a verdade em toda a história.

Um filme fraco, com bons atores, perfeito para assistir em casa, sem pretensão nenhuma.


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