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quarta-feira, 23 de junho de 2010

Novo filme com Jennifer Lopez traz divertidas confusões amorosas


Plano B (The Back-Up Plan) é a nova comédia romântica com Jennifer Lopez e Alex O´Loughlin. Romântica e atrapalhada.
Zoe (Jennifer) é uma mulher que cansou de esperar o par perfeito. Por ser sempre muito ansiosa e colocar o carro diante dos bois, resolve fazer uma produção independente, ou seja, inseminação artificial de doador desconhecido.
Um belo dia, Zoe entra num táxi que também foi solicitado por Stan (Alex O´Loughlin), e ao mesmo tempo que surge a briga, surge um interesse de ambos. Quando Zoe percebe a insistência de Stan para ficar com ela, surge o grande problema: a gravidez se confirma.
O filme segue numa linha de comédia meio pastelão, com situações engraçadas e o problema do que se fazer com relação à gravidez, já que agora ela acredita que conheceu alguém ideal para pensar num futuro casamento e constituir família.
A história gira em torno da gravidez de Zoe, prometendo surpresas ao decorrer da trama. É o tipo de filme “sessão da tarde”, divertido, mas bobinho, legal de se assistir em casa mesmo. Para quem aprecia comédia romântica, creio que irá gostar.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Glee apresenta final de temporada cheio de emoções

Atenção! Spoilers para quem ainda não assistiu ao season finale da primeira temporada


Chegou ao fim a primeira temporada de Glee. Como era de se esperar, todo o atropelo foi deixado para o último episódio: a participação do New Directions nas Regionais, as últimas decisões para essa participação onde se inclui romance e nervosismo, a redenção de Sue, o nascimento do bebê de Quinn...enfim, um episódio bem agitado.


Finn diz a Rachel que a ama e partem então para a primeira apresentação do clube. Escolheram um medley de Journey, nome do episódio 1.22, e mandaram bem. Porém, o Vocal Adrenaline apostou em Queen e seu Bohemian Rhapsody e deu um verdadeiro show de interpretação.


Enquanto a música rola, Quinn percebe que sua bolsa estourou e corre para a maternidade. Tudo ao mesmo tempo. Quinn tem o bebê, ao lado de sua amiga Mercedes, e decide mesmo entrega-lo para a adoção.


Já na votação para as Regionais, vemos Olívia Newton-John e outros jurados denegrindo o New Directions, e Sue Silvester, que pretendia acabar com o Glee Club nessa ocasião, é a única que aposta de verdade neles. Megera, mas nem tanto. Ela ainda chantageia Figgins para dar mais um ano de chance para o clube. E assim os pupilos de Mr. Schue voltam a se animar, já que perderam as Regionais para o Vocal Adrenaline.


Bom, seria até chato se eles ganhassem né? Uma porque o Adrenaline deu um show mesmo, apesar do New Directions ter levantado o público. Outra porque se eles ganhassem, a série não teria muita motivação para sua segunda temporada. E se já temos uma terceira garantida, imagino que esse próximo ano os garotos terão que ralar muito.


Outra coisa marcante no season finale foi o fato da mãe de Rachel adotar o bebê de Quinn. Mas se ela já entregou uma filha para adoção, porque agora quer pegar uma na mesma situação? Isso só veremos na próxima temporada, mesmo porque não me conformei com a atitude da menina, e acredito que isso vai mexer muito com todos os envolvidos.


Para um último episódio foi legal, mais ao velho estilo Glee, já que penso que a série perdeu um pouco o rumo no retorno das férias da primeira temporada.


Com mais duas temporadas garantidas, Glee mostra através de seu índice de audiência que está firme em seu horário. Comenta-se até que Daniel Radcliffe, o bruxinho Harry Potter, teria demonstrado seu interesse em participar da série, além de outros famosos que vivem sondando para fazerem uma ponta ou terem suas músicas divulgadas por ali.

O que acho é que as histórias precisam ser mais bem elaboradas, pois ficaram meio fraquinhas. Até as músicas escolhidas para cada episódio deram uma decaída. Mas Glee tem tudo na mão para ser um grande sucesso. Esperemos pela segunda temporada.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Em clima de Copa



Enfim o Brasil estreou na Copa do Mundo 2010 – África do Sul. Momento em que todos esperavam, com toda aquela ansiedade e nervosismo a cada jogada da partida.


E estreamos com a Coreia do Norte, time sem relevância, nada tradicional, mas que conseguiu fazer um gol na nossa seleção. O Brasil ganhou de 2X 1 da Coreia do Norte, mas para os brasileiros não foi suficiente. Devido ser um time em que apostavam ser o pior da chave, todos queriam um show da seleção, uma melhor atuação diante da Coreia. Mas não foi bem isso o que vimos. O Brasil entrou em campo lento, segurando a bola, não atacando como deveria. E aí não tem jeito: criticamos o time, o técnico e o que mais puder.


Época de Copa é uma coisa espetacular. O Brasil é realmente o país do futebol. Em todos os lugares, o que vemos são as pessoas ligadas nos jogos do mundial. Não interessa o jogo, o que importa é curtir esse momento que demora quatro anos para termos novamente.


E é interessante o que um jogo do Brasil faz com o país. O dia vira feriado, pintam ruas e colocam bandeiras para todo lado, as pessoas se vestem de verde e amarelo...é um barato! E mais interessante ainda é ver o desespero das pessoas para saber onde vão assistir ao jogo. Afinal, é um evento muito importante, e não é qualquer lugar chato e incômodo que a gente escolhe para assistir.


O Brasil ganhou e não convenceu, mas ainda é o começo. Apesar de eu não estar acreditando que essa Copa seja do Brasil, não vejo outra alternativa a não ser torcer muito e esperar pra ver no que vai dar. Algum palpite?

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Quando em Roma, comédia romântica para o mês dos namorados


Apesar de não ir para o cinema e ser lançada direto em DVD, Quando em Roma (When in Rome) é uma boa pedida para quem gosta de comédias românticas estilo água com açúcar. Produzido pela Disney, o DVD é fresquinho, com lançamento neste mês de junho mesmo.


A jovem Beth (Kristen Bell)  é uma curadora de artes que está cansada de se dar mal no amor. Sua irmã mais nova resolve então se casar, mas em Roma, fazendo com que Beth tenha que se ausentar do serviço e correr para a Itália para participar das bodas. É onde conhece Nick (Josh Duhamel), um tremendo trapalhão e boa pinta que logo chama a atenção de Beth. Mas algo acontece e a moça acredita mesmo que não tem boa sorte em relacionamentos e resolve desabafar sua raiva roubando moedinhas de uma fonte do amor.


É aí que a confusão está armada, porque quando Beth volta para Nova York uma legião de fãs passam a persegui-la, inclusive um magnata vivido por Danny DeVito e o próprio Nick.


A comédia, como disse no começo, é bem água com açúcar, daquelas estilo príncipe encantado, mas as trapalhadas de Josh Duhamel trazem um charme especial para o filme, deixando-o mais divertido.


É o tipo do filme que já prevemos o final, mas mesmo assim, ficamos torcendo pra mocinha o tempo todo. Boa pedida nesse friozinho, alugar um DVD, fazer pipocas e assistir ao filme embaixo de um cobertor bem quente.