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quinta-feira, 30 de julho de 2009

PQP, que Casseta é essa?!!

Polêmica no mundo humorístico. Tudo começou em postagens de frases no Twitter, e as rusgas só aumentaram entre a turma do CQC (Custe o Que Custar) e Casseta & Planeta.
Na madrugada de sábado (25/7), Danilo Gentili (CQC) teria postado a seguinte frase: “Agora no TeleCine King Kong, um macaco q depois q vai p/ cidade e fica famoso pega 1 loira. Quem ele acha q é? Jogador de futebol?”. A frase criou polêmica entre pessoas que passaram a acusar Gentili de racismo, devido à comparação de macaco com jogador de futebol.
Depois foi a vez de Helio de La Peña escrever em seu blog: “Ele fez uma piada, quem não gostou expôs sua opinião. Eu não gostei”. Gentili então teria postado um link no Twitter que dava numa página onde teria uma segunda edição do jornal Almanaque Casseta Popular, que mantém piadas sobre negros.
Para agravar, o colega de CQC de Gentili, Rafinha Bastos, mandou no seu Twitter a seguinte frase: “O @danilogentili fez piada de preto e o @lapena não gostou. Devo parar de rir das piadas velhas de gaúcho q o Casseta faz?”.
Bom, Rafinha é gaúcho né, e tem o direito de se sentir ofendido com a comparação entre gaúchos e homossexuais (e haja preconceito em todo os país...).
Então, rusgas no meio humorísticos, agora ao invés de rir vamos assistir ao fight. Mas vamos analisar o caso: sou muito fã do CQC, acho que os caras têm um tirada ótima, são engraçados e inteligentes. Danilo Gentili faz ótimas matérias, principalmente quando denúncia a sujeira existente na política de nosso país. Na boa, acho que ele foi infeliz na sua colocação. Não acredito que seu objetivo era o preconceito, mas o efeito da frase acabou virando. Queira ou não, dizer sobre King Kong pensar que é jogador de futebol e sair com loira, é de fato uma colocação infeliz demais. La Peña também tem seu direito de se sentir ofendido e manifestar sua opinião. O que fomenta a discussão é a comparação que o povo insiste em fazer em achar CQC igual ao Casseta & Planeta. Ao meu ver, são humorísticos diferentes. Digamos que o CQC tem um “Q” a mais de jornalismo.
Mas para o bem dos telespectadores e seguidores do Twitter, esperemos que esse caso termine em paz. E não vamos nos esquecer do telhado de vidro, porque no humorismo vemos piadas preconceituosas sobre tudo. E aí amigo, cada um sai magoado ao seu modo.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Thriller nunca foi tão atual!

É incrível como a morte de um popstar faz as coisas mudarem em uma geração. Há algum tempo, com exceção de quem viveu a época dos anos 80, ouvir músicas antigas era motivo de ser ultrapassado. Hoje, com a febre pós-morte de Michael Jackson, ouvimos a música do astro sendo executada por todos os lados e pessoas de todas as gerações, até aquelas que não chegaram a conhecer direito o seu trabalho.
Ontem estava esperando a carona do meu marido em um determinado ponto da cidade quando passou um jovem com o alto som de Thriller em seu carro. Muito legal! Há tempos essa música não era tão atual! Lógico que adoro o som, principalmente porque sou da turma da “infância 80”, assim como também gosto muito do trabalho de Jackson.
Tudo isso me fez lembrar o filme De Repente 30 (13 Going on 30), com Jennifer Garner e Mark Ruffalo. A primeira vez que assisti ao filme pensei de início: “É mais um filminho adolescente babaca....”. Mas eis que ela faz 30 anos de uma hora para outra e nos mostra os desejos de adolescente que ficam para trás na mesma velocidade. O filme é muito bom, para quem gosta de uma comédia romântica e também para quem é a romântica adolescente que já passou da adolescência (tente entender..rsrs). E uma das partes mais interessantes é que eles ressaltam essa fase Michael Jackson. Em uma das cenas, Jenna Rink (Jennifer Garner) está com seus trinta anos e cabeça de adolescente ainda, quando vai a uma festa oferecida pela revista em que trabalha. Lá só está tocando música eletrônica, e ninguém se arrisca a entrar na pista de dança. O chefe de Jenna fica arrasado, dizendo que a festa está sendo um fiasco. È quando Jenna vai até o DJ e pede para que se mude a música, pois na sua opinião, a música é chata demais. E qual é o som a ser escolhido? Thriller, Michael Jackson. E na onda da dança da época em que Jenna era menina, a pista de dança fica repleta e todos se divertem. Bingo, ela acertou na música!
Temos muita coisa boa em termos de música, tanto nacional como internacional, que sempre nos faz cantarolar e dançar em algum momento. Mas temos que admitir que Thriller é um clássico, que será lembrado por muitas gerações, e tem sua marca como uma das principais músicas do mundo. E legal que tudo pode ser relembrado, até mesmo pela galerinha que não viveu o momento, afinal Thriller é o álbum mais vendido de todos os tempos. Direto de 1982 para 2009, atualíssimo!

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Mais uma trama sobre a “feia” na telinha brasileira

Depois da colombiana Betty, a Feia (Rede TV), da mexicana A Feia Mais Bela (SBT), e da americana Ugly Betty (SBT e Sony), chegou a vez da Rede Record lançar a sua versão brasileira: Bela, a Feia.

A emissora está fazendo o maior mistério quanto à aparência da personagem principal Bela, que será interpretada por Giselle Itié. Ainda no elenco teremos Bárbara Borges, Bruno Ferrari, Denise Del Vecchio, Silvia Pfeifer, entre outros.
A trama será aquela velha história da menina muito feia, que se apaixona pelo patrão bonitão e ficará sofrendo por ele não dar o devido valor pelo seu sentimento. No mais, já sabemos o final da história né...Ela se transformará numa bela mulher e ganhará o coração de seu querido patrão. Clichê total.


Apesar de ter um roteiro já manjado, a ideia de fazer a versão brasileira pode até entusiasmar o telespectador. Imaginem só a bela Giselle Itié feia!! Para nós que já conhecemos sua beleza, será interessante curtir sua fase de feia e coitadinha. Mas como todos já sabem como será o desenrolar da história, não é certo se esta novela irá mesmo emplacar na audiência da emissora.

Com direção de Edson Spinello e reescrita por Gisele Joras, a estreia está prevista para o dia 4 de agosto. Até lá, as especulações para o novo visual feio de Giselle deverão continuar. É aguardar e conferir.

America Ferrera faz o papel de Ugly Betty

terça-feira, 21 de julho de 2009

Gugu na Record. Quem sairá ganhando com a nova contratação?

Já é sabido que o apresentador Gugu Liberato estreará seu novo programa na Rede Record no mês de agosto. Para isso, o apresentador ira receber a bagatela de R$ 3 milhões por mês.
Gugu encerrou uma história de mais de 30 anos ao lado de Silvio Santos, quando começou trabalhando como office boy para o “patrão”. Foi no início dos anos 80 que surgiu a oportunidade para trabalhar diante das câmeras no programa Sessão Premiada (SBT), que distribuía prêmios durante os intervalos de filmes.
Devido seu grande carisma, ganhou a apresentação do programa Viva a Noite, que passou a década de 80 como principal atrativo das noites de sábado. Depois disso veio o Sabadão Sertanejo, e então, Domingo Legal.

O Domingo Legal teve bons momentos no Ibope como opção nas tarde de domingo, como quando das aparições do grupo musical Mamonas Assassinas e dos cantores sertanejos (Zezé Di Camargo e Luciano, Wanessa Camargo, Leonardo, Daniel, entre outros), durante toda a programação. Mas como tudo o que é demais enjoa, o programa foi caindo na mesmice, e acabou por afundar quando apresentou uma matéria sobre o PCC que foi desmascarada como falsa. Depois disso, até a credibilidade do apresentador caiu. E por mais que tentasse mexer nos quadros, nada o fez levantar de novo. Foi então que Silvio Santos tomou a maior parte da grade de domingo deixando somente para o final do dia o Domingo Legal.


Agora, Gugu vai para a Record para fazer um programa nos mesmos moldes do que apresentava no SBT. E segundo a emissora, está prometido também um programa de talk show na Record News. Em seu contrato de oito anos com a Record, ele admite que é um novo rumo para sua carreira, já que está fazendo 50 anos e não sabe se ao longo dos anos terá o mesmo pique para ser animador de programas de auditório.


A Record está investindo no escuro, pois como havia dito, programas deste segmento costumam cansar. E não sabemos até que ponto a imagem de Gugu Liberato cansou seu público. Mas pelas vinhetas de apresentação, podemos ver que a emissora está certa do sucesso. O SBT por sua vez, demonstrava que não dava a mínima mesmo para o Domingo Legal, que, aliás, está sendo apresentado agora por Celso Portiolli. E convenhamos: o SBT ficou ultrapassado demais em suas programações, apostando em coisas do passado, tirando ou mudando o tempo todo determinados programas de sua grade. Então, para ele resta apostar em novidades, e pelo jeito é o que vai fazer. Já contratou Eliana, Roberto Justus, e segundo boatos, quer também Geraldo Luiz. Ou seja, troca de figurinhas entre as emissoras.


A verdade mesmo é que quem está ganhando com a nova contratação é o contratado. Gugu Liberato estava apagado no SBT, sem novidades e em horário ruim. Com a nova oportunidade, poderá levantar novamente a imagem e o carisma que tinha com seu público. E com o salário que irá ganhar, só podemos dizer mesmo que ele foi o mais feliz com essa contratação.
Agora, é esperar para a estreia e ver que rumo levará o novo programa dominical do apresentador.

Fonte: Veja on line

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Quinze anos se passaram depois da conquista do tão esperado Tetra

Era dia 17 de julho, ano de 1994, eu tinha exatamente 20 aninhos (que nostalgia...). E mais uma vez iria acontecer a tão esperada Copa do Mundo, desta vez nos Estados Unidos.
Desde que eu passei a entender o que era futebol e a magia que existia numa Copa do Mundo, eu nunca havia visto o Brasil ser campeão. Lembro-me na Copa de 82 na Espanha. Já com meus 8 anos de idade, eu vivenciava aquela velha bagunça na av. Paulista cada vez que o Brasil ganhava o jogo. Era uma alegria só entre a criançada. Morava bem ali, na avenida das comemorações, e quando ela era fechada para seja qual evento fosse, virava o nosso playground particular. E Copa do Mundo era o melhor deles.
Bom, 82 ficou na memória apenas como bagunça e chuva de papel picado, mas eu ainda não entendia muito bem o que era perder numa Copa. Veio então a Copa de 86. México. As músicas para a campanha do tão sonhado “tetra” estavam na cabeça de todo mundo. Já com meus 12 anos, agora sim eu entendia como funcionava o jogo e sofria a cada gol perdido do time. Mas nas quartas de final, na disputa por pênaltis, lá se ia o sonho do tetra de novo. Ainda parece que vejo a tristeza do povo pelas ruas, pois parecia até uma profecia a certeza que o Brasil ganharia novamente no México. Mas não foi assim que aconteceu.
Não quero nem comentar a Copa de 90, que para mim, foi um fiasco total. Nenhuma lembrança boa me vem na cabeça sobre ela. Deixo-a então no esquecimento...
Voltemos novamente ao ano de 94. Tenho que confessar o quanto me irritava como o técnico, o senhor Parreira, e também com Zagalo. O time tinha grandes nomes, mas eu não escondia todo o nervosismo que passava a cada jogo. E não acreditei que chegamos na final. E seria contra a Itália.
Fui assistir a final com meus tios e primos, pois sabia que a agitação ali seria maior. E foi. Uma bagunça danada o tempo todo, ninguém continha a euforia. E começa o jogo. E nada de gols. E vamos nós para prorrogação. E nada de gols novamente. Então vamos aos pênaltis.
A decisão estava nós pés dos jogadores e nas mãos de Taffarel, goleiro do Brasil. Entre um pênalti e outro, o sofrimento aumentava. Foi quando chegou a vez de Baggio, da Itália, bater seu pênalti. E bateu pra fora.
Gritamos, xingamos, choramos, pulamos e tudo mais que tínhamos direito. Pela primeira vez eu pude vivenciar o que era ser campeão numa Copa do Mundo. Tetracampeão!
Hoje faz 15 anos que vivenciei isso, e tão bonito que foi, ainda me lembro com alegria. Nenhuma confederação chegou a marca do Brasil. E hoje somos penta, título conquistado na Copa de 2002.
Ano que vem tem Copa do Mundo na África do Sul. E como o Brasil ainda é o país do futebol, vamos aqui sonhando com, quem sabe, a conquista de mais um título. Que venha o hexa!